
O campus Lagarto completou 15 anos neste sábado (14). O campus de saúde no interior de Sergipe já formou cerca de 2700 egressos, nos cursos de Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Nutrição, Odontologia e Terapia Ocupacional, com metodologias ativas de ensino.
A trajetória do campus Lagarto iniciou em instalação temporária na escola Sílvio Romero, no centro de Lagarto, em um espaço cedido pela Prefeitura, em 2011. Quatro anos depois, o campus passou a funcionar na sede definitiva, com três prédios: Bilag, Vivência e Departamental. Em 2016, a Clínica Escola de Odontologia entrou em funcionamento e em 2018 o Centro de Simulações e Práticas foi inaugurado.

O diretor Makson Oliveira integra o campus desde 2015 (somando o tempo de professor substituto e docente efetivo) e acredita que o espaço passou por muitas transformações estruturais e também acadêmicas.
“Foram muitas mudanças, não só na estrutura física, mas também de conquistas, isso é mostrado na inserção dos nossos egressos na rede de saúde de Lagarto, nos prêmios de pesquisa, na melhora dos desempenhos e índices. E tudo isso é feito com as metodologias ativas, que reforçam ainda mais o protagonismo dos alunos“, pontua. Em 2025, o campus Lagarto reduziu o índice de evasão, chegando a 1,8%, segundo o diretor.
O vice-diretor, professor Luis Felipe Souza, acredita que a presença do campus é um fator essencial para a inclusão do Centro-Sul sergipano. “Muitos dos nossos alunos não conseguiriam estar na Universidade se não fosse pela presença do campus no interior”, avalia.
O diretor Makson Oliveira e o vice-diretor Luis Felipe Souza concordam que a humanização do campus vai além do ensino e passa também pelo ambiente de trabalho e convivência. “Muitas das coisas que conseguimos ao longo do tempo foi por termos uma equipe de docentes, servidores técnicos e funcionários terceirizados que vestiram a camisa do campus ”, pontua Luis Felipe. “Sem isso, sem o esforço diário e a dedicação de todo nosso pessoal nenhum dos avanços teria sido possível”, explica o diretor Makson Oliveira.

Quem vivencia a realidade do campus reforça esse pensamento. É o caso da funcionária terceirizada Márcia Santos. Ao longo de dez anos de trabalho no campus. Márcia é conhecida por estabelecer uma relação próxima com os alunos de todos os cursos. “É um campus muito humano, um lugar muito bom de trabalhar. Acho que o diálogo direto entre toda a comunidade acadêmica é um diferencial daqui e isso faz diferença no cotidiano “, avalia.

No campus há sete anos, o servidor técnico Jon Wallace destaca a importância do campus para Lagarto. “No meu caso, foi a dupla realização de um sonho: ser servidor público e poder contribuir com meu trabalho e também, enquanto cidadão de Lagarto, ver como a cidade se transformou com a chegada do campus”, observa.
Ana Laura Farias - Campus Lagarto




