Ter, 19 de novembro de 2019, 08:39

Congresso sobre práticas integrativas reúne mais de duas mil pessoas no campus Lagarto
Evento foi realizado entre 14 e 17 de novembro
Arte gestacional foi tem ade um dos workshops
Arte gestacional foi tem ade um dos workshops

O campus de Lagarto recebeu 2,2 mil visitantes durante o II Congresso Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Congrepics) e o IV Encontro Nordestino de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICSNE). A abertura contou com a reitora em exercício da UFS, professora Alaíde Aguiar, a diretora do campus, professora Adriana Carvalho, além de representantes do Ministério da Saúde e Secretarias de saúde (estadual e municipais). A programação incluiu mesas-redondas, palestras e oficinas entre a última quinta (14) e o domingo (17).

A reitora em exercício destacou que as práticas integrativas têm destaque e apoio na UFS. A diretora do campus, Adriana Carvalho, destacou o diálogo constante dos estudantes com o Sistema Único de Saúde (SUS). “Nossos alunos estão desde o começo em formação no SUS e para o SUS. A integração começa ainda no primeiro ciclo, com as metodologias ativas e o contato com práticas integrativas”, comenta.
A coordenadora do evento, professora Rosiane Dantas, do Departamento de Educação em Saúde, garante estar satisfeita com o resultado do encontro. “Foram quatro meses de trabalho para garantir o diálogo do saber popular com o saber científico. Fico feliz também em saber que os congressistas ficaram encantados com a estrutura do campus. Tudo isso ficou nítido nas falas deles”, pontua.

O Congresso atraiu participantes de todo o país. Um deles foi o musicoterapeuta Enoc Morais, de Fortaleza. “Espero encontrar aqui alguns diálogos sobre a área, já que vi na programação. E além disso, sei que vou ter a oportunidade de participar de diversas discussões dentro das práticas integrativas. Eu vou em todos os que posso, quando sai a data e o local da próxima edição, já começo a me programar”, pontua.
Enoc trabalha a musicoterapia em grupos de idosos com Alzheimer. “A memória musical costuma ser a última a ser afetada, então por meio da música, a gente consegue reestabelecer alguns laços familiares e sociais”. A programação também incluiu massagem, reiki e auriculoterapia.

O evento contou também com a ação do ObservaPICS, da Fiocruz, no Recife, que apresentou mapeamento sobre grupos de pesquisa sobre práticas integrativas, obtidos por meio do diretório do CNPq.


Tenda localizada no campus
Tenda localizada no campus
Atualizado em: Ter, 19 de novembro de 2019, 09:57
Notícias UFS