Qui, 19 de dezembro de 2019, 07:50

UFS é 4 em indicador de qualidade do MEC
Índice Geral de Cursos de 2018 saiu na semana passada
Ufs4

A Universidade Federal de Sergipe é conceito 4 no Índice Geral de Cursos (IGC), indicador de qualidade do Ministério da Educação. O resultado foi divulgado na semana passada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC).

Segundo levantamento do UOL, apenas 42 entre 2.052 instituições de ensino superior de todo o país - o que corresponde a um percentual de 2% - atingiram o conceito máximo (5) do IGC. Os dados são de 2018.

Ainda de acordo com o portal, a maior parte das universidades (63,6%) se concentra no conceito 3.

“Das 266 instituições que tiveram desempenho considerado insuficiente, apenas 10 são públicas - sendo duas estaduais e oito municipais. Nenhuma delas é federal”, diz o texto do UOL.

A escala do IGC vai de 1 a 5 (1 e 2 são considerados insuficientes pelo MEC).

Além das instituições, o Ministério da Educação avaliou também os cursos oferecidos no país em 2018.

Para calcular o IGC, levam-se em consideração os dados da graduação (Conceito Preliminar de Curso – CPC) dos últimos três anos e da pós (conceito Capes) aliados às matrículas dos alunos nos respetivos níveis de ensino.

"Orgulho"

Para o reitor Angelo Antoniolli, obter o IGC 4 é motivo de “muito orgulho”. “É algo importante por diferentes razões. Primeiro, do ponto de vista das perspectivas financeiras da nossa instituição, o IGC demonstra avanços importantes na graduação, que responde por mais de 90% do nosso orçamento, mas também a consolidação da nossa pós-graduação”, diz.

“Outro aspecto importante é que o conceito obtido evidencia o esforço da UFS em manter o padrão de qualidade nos serviços que presta há mais de meio século à sociedade sergipana. Aliás, a nossa universidade apresenta o conceito mais elevado entre as instituições de ensino superior do estado”.

Ainda de acordo com o reitor, o desempenho não diminuiu mesmo com as dificuldades oriundas de reduções drásticas no orçamento já há alguns anos e com o inesperado contingenciamento no primeiro semestre de 2019.

“O que isso significa? Que todo o esforço integrado de docentes, alunos, técnicos e da equipe de gestão tem valido a pena na superação dos obstáculos. E, justamente por tal razão, estamos analisando com muito cuidado todos os dados obtidos e as variáveis envolvidas, pois a nossa pretensão é encontrar formas de melhorar ainda mais o desempenho da UFS”.

Relatório da UFS

O Radar, informativo produzido pela Coordenação de Planejamento e Avaliação Acadêmica da UFS (Copac/Proplan), traz na edição de dezembro uma análise comparativa dos resultados do CPC de 2015 e 2018.

“O presente documento destaca os avanços do desempenho dos alunos da UFS no Enade, abrangendo tanto os conhecimentos gerais quanto os específicos. Houve melhora também na organização didático-pedagógica e consequentemente no Conceito Preliminar de Curso”, diz o relatório em sua introdução.

Os dados referem-se aos cursos que compõem os bacharelados de Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e áreas afins. Comparam-se os resultados dos anos de 2018 com os de 2015, referentes ao CPC e IGC e suas componentes.

“Os resultados mostram avanços importantes na qualidade do ensino da UFS. Ele não é resultado do acaso, mas do esforço de todos os envolvidos no ‘fazer conhecimento’. Docentes, alunos, técnicos, apoiados pelos coordenadores de curso, chefes de departamento, núcleos docentes estruturantes, centros e as pró-reitorias acadêmicas somaram esforços para efetivar as metas previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2016-2020, cujo objetivo principal diz respeito à melhoria do desempenho acadêmico”, conclui.

Leia o relatório completo abaixo.

Ascom

comunica@ufs.br

Radar 5 - Codap/Proplan


Atualizado em: Qui, 19 de dezembro de 2019, 07:57
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